Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2006

No silêncio em que me vês…


 


É na Brandura desta pele em que me visto,


Que te busco como a Noite busca a Lua


Que te entrego a Alma e não resisto,


A dar-me assim de Corpo e Alma Nua.


 


E no silêncio em que me Vês em tal entrega,


Em que me sentes o Pulsar do Coração


Tens por certo pertencer-me Eternamente,


Serei Eterna até ao fim da Imensidão.


 


Que passe o tempo por mim e não o sinta


Tal como a chuva cai em ciclo infindo


Buscar-te-ei sempre a todo o instante


Aninhada em teu sentir, no teu caminho!


 


@utora : Serpentealada

publicado por igara às 18:32
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De Anónimo a 21 de Fevereiro de 2006 às 14:47
Pinóchio, este poema será o resultado de algo que não se atinge numa realidade, mas que certamente se terá numa outra. Poderá ser uma entrega, incondicional, poderá ser tanta coisa, que apenas a Eternidade saberá o desfecho. Haverá certamente algo de Divino, quando dois seres se encontram, numa partilha de infinito. Um beijo manso ::)))igara
(http://www.bloguiando.blogs.sapo.pt)
(mailto:igara@sapo.pt)


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