Terça-feira, 24 de Janeiro de 2006

O que fazer


ter-te.jpg


O que fazer,


Quando surge vontade de escrever,


Mas as palavras teimam não aparecer?


O que fazer,


Quando temos tanta coisa para dizer,


Mas emudecemos em palavras que teimam


Em se perder....


O que fazer,


Quando o brilho que era intenso e cristalino


Perde a cor... e se esbate no destino...


O que fazer,


Quando asas se abrem mansamente,


Tentando abarcar o que é ausente...


O que fazer,


Quando o silêncio é mordaz


Cala o amor, a dor a paz....


Sim...


Alguém me diz o que fazer?

</blockquote>
publicado por igara às 17:53
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9 comentários:
De Anónimo a 27 de Janeiro de 2006 às 21:49
Igarita...palavras para quê?!? Só te posso dizer que te sinto! Beijos.Lobaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
</a>
(mailto:celiasousa@msn.com)


De Anónimo a 25 de Janeiro de 2006 às 17:34
Igara, as inseguranças fazem parte da vida. Quantos de nós já ficámos sem palavras, quantos de nós já não nos sentimos indecisos quanto ao rumo a tomar... É nestas alturas q devemos parar, respirar fundo e procurar dentro da alma a resposta ás incerteza... Se não houver nada para dizer, nada será dito, se não houver caminho, não seguirás em frente... E se por muito q procures não te encontrares, de certo q alguém o fará por ti e te dirá o q queres ouvir...Um bem haja, amiguita... e obrigada pelas soltas gargalhadas q me ofereces sempre q comentas alguma das minhas maluquices ... (dá uma beijoca ao diogo) A.Feiticeira
(http://misteriosnocturnos.blogs.sapo.pt/)
(mailto:assim_nao_da@sapo.pt)


De Anónimo a 25 de Janeiro de 2006 às 13:43
Ena Iga parece eu qdo tento escrever... penso em tanta coisa, kero dizer tanto... ke não sai nada, apenas palavras e frases dispersas meio ke perdidas :-) lolll... um beijão muito grandão.
Então iga onde andam as fotos do canadá, só uma da paisagem vá lá :-) uiiii sou mesmo cusca hehehehe, beijos
jenny55
</a>
(mailto:jenny55@sapo.pt)


De Anónimo a 25 de Janeiro de 2006 às 10:36
Concordo perfeitamente com as palavras do amigo Pinochio. Podemos não saber responder às perguntas que fazes... mas existe sempre o outro lado... existe sempre a outra opção. Se não podes de uma maneira podes de outra. Ou então podes pelos menos tentar fazê-lo. Adoro-te minha querida. Adorei o teu poema e identifico-me bastante com ele nesta fase! Beijãopataininiti algarvia
(http://bloguiando.blogs.sapo.pt)
(mailto:pataininiti@sapo.pt)


De Anónimo a 25 de Janeiro de 2006 às 10:01
oi tudo bem?? vim aki dizer.te que se kizeres participar num concurso novo k abriu o indereço é http://prettyinpinkconcurso.blogs.sapo.pt/....de kizeres ainga ixistem muitas vgas por ixo podes participar e se convidadres amigas ganhas 5 pontox po cada amiga ..mas claro tena k me avisar km konvidades...fika bem..bj...fiko...a pespera da tua incrição....concurso pretty in pink
(http://www.prettyinpinkconcurso.blogs.sapo.pt)
(mailto:katytafelix@sapo.pt)


De Anónimo a 25 de Janeiro de 2006 às 09:52
Vlad, realmente, o desabafo deu resultado, sinto-me bem melhor! Carlos, na verdade, o andar é meu resta saber para onde me leva. Pinochio, eu sabia que me confortaria por demais em ler-te. Hoje, noutro dia, tudo me parece mesmo mais fácil. Nada como descansar, e deixar fluir simplesmente. Acho que consegui encontrar respostas dentro de mim...agora sim...estou em paz. Beijos muitos muitos ::)))igara
(http://www.bloguiando.blogs.sapo.pt)
(mailto:igara@sapo.pt)


De Anónimo a 25 de Janeiro de 2006 às 00:57
Minha querida amiga, se eu te soubesse responder a todas essas questões, mais que um homem feliz, seria um sábio. Mas sempre te digo aquilo que eu julgo que faria nessas circunstâncias.
Quando a escrita não flui, e disso percebo eu, desliga o computador deixa o trabalho para o dia seguinte. Deita-te e dorme, no dia seguinte recomeças com as ideias mais claras e mais amadurecidas. Resulta sempre.
Quando a boca se recusa a dar voz ao coração, pede ajuda aos olhos e eles transmitirão fielmente tudo aquilo que te vai na alma.
Quando o brilho empalidece e perde a cor, socorremo-nos das recordações e cultivamos a saudade.
Quando as asas se abram para abraçar o ausente, deixemo-las voar porque elas encontrarão sempre o seu destino. Mesmo que não lhe possam tocar.
Estamos de novo a falar de saudade.
Quando o silêncio cala o amor, a dor e a paz, revoltemo-nos contra ele e gritemos a nossa liberdade. A liberdade de amar, de usufruir de paz ou até mesmo de sofrer. Deixemos a alma gritar.
Como vês é fácil. Não achas?
Um beijinho do tamanho do mundoPinochio
(http://www.espreitadelas.blogs.sapo.com)
(mailto:pinochio@sapo.pt)


De Anónimo a 24 de Janeiro de 2006 às 21:22
Levas uma rosa ao peito
E tens um andar que é teu...
Antes tivesses o jeito
De amar alguém, que sou eu.


Carlos
(http://vagueando.blogs.sapo.pt/)
(mailto:c_m_a_n_u_e_l@hotmail.com)


De Anónimo a 24 de Janeiro de 2006 às 20:41
Seguramos um lápis nos dedos e escrevemos, mas é com a alma que damos vida às palavras.
;) Beijo grd thevlad
</a>
(mailto:thevlad@sapo.pt)


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